Caso Walisson Maia.

 

Há muito tempo a solução do Coritiba Football Club é caseira. Em sua história centenária inúmeros jogadores de habilidade indiscutível foram lapidados nas categorias de base do Alto da Glória. Recentemente assistimos Rafinha e Adriano desfilarem seu belo futebol no velho continente, o último inclusive jogando ao lado dos melhores jogadores da atualidade. Não tão distante, podemos citar jogadores como Lucas Mendes e Henrique que também fizeram sucesso por aquelas bandas. Escolhi falar sobre defensores para justificar a permanência da jóia Walisson Maia, que tenta sua renovação junto a diretoria do Coritiba, sem sucesso, e ocasionando a insatisfação de seu empresário. 

 

Insisto, a solução do Coritiba é caseira. Precisamos de uma diretoria profissional, com um belo desempenho jurídico que blinde nossas jovens promessas e que confiemos no futebol aqui formado, crescido e desenvolvido. Os jogadores da base coxa branca são escolhidos a dedo desde o infantil, o que garante a qualidade do plantel e isto tem sido evidenciado nos campeonatos disputados pelas categorias menos importantes do clube alviverde, nas quais temos conseguido boas posições de classificação. 

 

Peço a diretoria do Coritiba que observe com a devida seriedade o caso de nossa jovem promessa de grande zagueiro, Walisson Maia. Caso contrário estamos fadados a, num futuro próximo, assistirmos este jogador ser adquirido por uns trocados por algum clube paulista e depois ser vendido por um caminhão de dinheiro para disputar campeonatos milionários em gramados espanhóis,  italianos ou ingleses.

 

Cronista Vovô Coxa.